quarta-feira, 17 de novembro de 2010

tibau

Como muitas praias do Brasil, a Praia de Pipa foi descoberta pelos surfistas. Se nos anos 80 eram eles que frequentavam a região de Tibau do Sul, no Rio Grande do Norte, hoje a praia atrai turistas com todos os gostos por oferecer um grande leque de atrações
A 80km de Natal, existem várias opções já no aeroporto, como vans, microônibus ou até bugues. Na verdade a área da Praia de Pipa se divide em várias praias de diferentes características. Em comum, muitas características naturais. As águas são claras e mornas, e a areia branca forma muitas dunas, o que enriquece bastante a paisagem. Algumas delas têm ainda muitas palmeiras e mata atlântica.

A Praia do Madeiro é uma das mais conhecidas da região de Pipa. Cheia de turistas do Brasil e de fora, tem águas verdes bem calmas e jeitão de Caribe, margeada por uma fileira de palmeiras e falésias.

Outras duas praias famosas de Pipa são vizinhas, mas têm cara bem distintas. A Praia dos Afogados é bastante badalada. Com ondas altas, atrai mais os surfistas e fica com um ambiente mais adolescente. Colada fica a Praia do Amor, que, como o nome indica, é mais para os casais. O ambiente tranquilo acaba tornando-se mais convidativo para as famílias.

Fora as belezas naturais, a região de Pipa tem uma boa infra-estrutura para os visitantes. Não é difícil encontrar lugares que oferecem passeios de bugue, a cavalo ou que alugam equipamentos para esportes aquáticos. À noite a oferta de diversão continua, com muitos bares para todos os gostos, de música eletrônica ao tradicional forró. 

mossoró

Museu Municipal Jornalista Lauro da Escóssia
Também conhecido como Museu do Cangaço, por abrigar a sede da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), além de todo um acervo relativo aos movimentos do cangaço na região. Criado em 1948 e desde 1992 instalado no Centro Histórico Cultural Manoel Hemetério, prédio da antiga cadeia pública, possui preciosidades da cultura regional, com acervo distribuído em galerias e seções. A seção de arqueologia indígena é a maior do Rio Grande do Norte. Sua importância é reconhecida, nacionalmente, em registro na Universidade Federal de Pernambuco. São também destaques peças de peixes fossilizados.
Visitação: De segunda a sábado, das 07:00 às 17:00h. Aos domingos e feriados, das 08:00 às 11:00 h.
Museu do Petróleo
No Museu do Petróleo, além de conhecer mais sobre a Petrobrás, o visitante encontra maquetes, fotos, filmes e equipamentos que mostram a história do petróleo no Rio Grande do Norte. Localizado na Estação das Artes Elizeu Ventania, antiga estação de trens, recuperada pela parceria Prefeitura de Mossoró / Petrobrás.

martins

Museu Arqueológico da Sociedade Martins Sarmento

Património, Tradição e Cultura | Museus

Instalado no claustro gótico do Convento de S. Domingos e em salas anexas, num edifício da autoria do arquitecto Marques da Silva, tem uma das colecções mais importantes do país relacionadas com a cultura castreja, nomeadamente material procedente da Citânia de Briteiros (Caldas das Taipas), explorada no século XIX por Martins Sarmento. Reúne ainda material etnográfico e numismático e faz exposições temporárias de etnografia e arte contemporânea.

pontos turísticos de apodi

 lajedo de soledade

A região do Lajedo de Soledade, no Rio Grande do Norte, é famosa não só pelas belezas naturais, mas também pela importância histórica. O entorno do município de Apodi guarda uma laje de calcário de aproximadamente um quilômetro quadrado. Lá existe um conjunto de abrigos sob a rocha e dezenas de pinturas rupestres e fósseis, que compõem grande parte da atração turística do local. É lá também onde está situada a maior caverna do Estado, a Caverna do Roncador.
museu do lajedo de soledade

Distrito de Soledade, com acesso pela RN-75 e BR-405, funcionando de 3ª a domingo das 8:00 às 12:00 h, e das 13:00 às 17:00 h. O Museu contém fotografias, painéis explicativos, peças indígenas e fósseis de animais da Era Glacial, além da história do Lajedo. Do Museu saem visitas acompanhadas de guias para o Lajedo, com duração de aproximadamente 2h e passando por 3 áreas: Araras, que tem a maior concentração de pinturas; Urubu, onde se localizam pequenas cavernas; e Olho-d'Água, que possui uma piscina natural.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A PESSOA HUMANA NÃO É DESCARTÁVEL!!

Pode-se também justificar a Eutanásia como um bem para a pessoa, porém a vida é o bem maior! Não é eliminando a pessoa doente que se combate o sofrimento, ou a doença.

Lembro ao jovem que provavelmente um dia será idoso e necessitado de cuidados, espero que, quando esse dia chegar, não tenha medo que algum jovem lhe desligue as máquinas ou lhe dê uma injecção letal porque a sociedade não precisa mais de você!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

o trajeto do xadrez

Minha participação no xadrez foi um momento de aprendizagem, pois aprendi a jogar, coisa que e achava que era impossível. meu grupo era composto por mim(Daiana), Elker e Arthur.como os grupos foram formados por sorteio, o primeiro nome que saia era o cabeça chave do grupo. No meu grupo eu fui o cabeça chave . Na primeira partida eu joguei contra Elker, e elker venceu dando um xeque-mate, na segunda partida joguei contra Arthur ,  e Arthur venceu dando xeque.  Depois de ter perdido as duas partidas ,eu fui ser a juíza do jogo. Na terceira partida Elker jogou contra Arthur e Arthur novamente venceu . Arthur foi o campeão do grupo.
Eu aprendi muito com o xadrez.é um teste de paciência e mexe com o nosso raciocínio.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

diga não a eutanásia

Todos os homens podem, e devem, em qualquer circunstância, considerar que a vida é bela e viver de acordo com isso. Ninguém tem motivos para a considerar desprovida de nobreza e grandiosidade. A dor e as contrariedades sempre fizeram parte da vida dos homens, e nem por isso eles deixaram de a amar.
Mas acontece que nesta vida se sofre realmente, e que - ao contrário do que antigamente sucedia - aqueles que sofrem são agora muitas vezes abandonados pelos outros, e têm de viver sozinhos com a sua dor. À qual se acrescenta, então, a dor enorme da solidão.
Sempre houve doentes e anciãos, mas antigamente eram considerados um tesouro. Agora não passam de um estorvo... E é só por isso que hoje se fala em eutanásia, quando no passado havia apenas o suicídio: o suicídio é uma decisão pessoal; a eutanásia acabará por ser uma imposição da sociedade.
Há em muitas cabeças uma noção da vida que é chocantemente pobre, desagradavelmente rasteira, tristemente vazia. Consiste em olhar para a vida de uma forma utilitária, com base numa concepção egoísta e em critérios apenas económicos: se uma vida não é útil - se não é produtiva, se não proporciona todo o prazer - então não tem razão de ser. Pode eliminar-se, como se elimina um automóvel velho ou sem conserto, um par de sapatos rotos, uma camisola demasiadas vezes remendada.
E nem sequer é nas pessoas muito doentes, ou nos idosos que estão perto da morte, que essa mentalidade é frequente. Não. É nos outros, nos que estão convencidos de que ainda vão ficar aqui muito tempo e se acham no direito de construir uma sociedade com regras que lhes parecem mais perfeitas do que as da natureza, livres de quaisquer critérios e valores que não sejam os económicos e os do bem estar.
A grande questão da eutanásia não consiste em se cada pessoa pode, ou não, ter a liberdade de escolher o seu destino. E também não reside em se uma pessoa pode pedir a outra que a mate.
É ainda pior do que isso: a questão está em que o triunfo desta visão utilitária da vida levaria – como, de resto, já está a suceder na Holanda - à eliminação de pessoas que, não querendo elas mesmas acabar com a vida, são consideradas inúteis por uma sociedade que se tornou materialista (a decisão é transferida para os médicos e para os familiares, e para os parlamentos, que muitas vezes estão ansiosos por se verem livres de um fardo).
Assim é que desaparece realmente a liberdade de escolher o próprio destino, e as pessoas se tornam em objetos à mercê dos interesses economicos e dos falsos critérios de utilidade social.
É muito fácil aproveitar-se da extrema debilidade - física e emocional - de um doente terminal. Até para o convencer das presumíveis vantagens de uma "morte doce". Muito mais fácil do que proporcionar-lhe todo o apoio e carinho de que necessita para levar a vida até ao fim - sem desistir - e morrer com verdadeira dignidade.
A dor é também uma falsa questão. A medicina sabe tirar a dor, e o resto... aguenta-se. O pior é a solidão e o abandono. Isso é que é difícil de suportar. E tem uma solução bem simples... Bastaria que todos os que estão à volta do doente olhassem para aquela vida - para a vida - sem egoísmo.