Como muitas praias do Brasil, a Praia de Pipa foi descoberta pelos surfistas. Se nos anos 80 eram eles que frequentavam a região de Tibau do Sul, no Rio Grande do Norte, hoje a praia atrai turistas com todos os gostos por oferecer um grande leque de atrações
A 80km de Natal, existem várias opções já no aeroporto, como vans, microônibus ou até bugues. Na verdade a área da Praia de Pipa se divide em várias praias de diferentes características. Em comum, muitas características naturais. As águas são claras e mornas, e a areia branca forma muitas dunas, o que enriquece bastante a paisagem. Algumas delas têm ainda muitas palmeiras e mata atlântica.
A Praia do Madeiro é uma das mais conhecidas da região de Pipa. Cheia de turistas do Brasil e de fora, tem águas verdes bem calmas e jeitão de Caribe, margeada por uma fileira de palmeiras e falésias.
Outras duas praias famosas de Pipa são vizinhas, mas têm cara bem distintas. A Praia dos Afogados é bastante badalada. Com ondas altas, atrai mais os surfistas e fica com um ambiente mais adolescente. Colada fica a Praia do Amor, que, como o nome indica, é mais para os casais. O ambiente tranquilo acaba tornando-se mais convidativo para as famílias.
Fora as belezas naturais, a região de Pipa tem uma boa infra-estrutura para os visitantes. Não é difícil encontrar lugares que oferecem passeios de bugue, a cavalo ou que alugam equipamentos para esportes aquáticos. À noite a oferta de diversão continua, com muitos bares para todos os gostos, de música eletrônica ao tradicional forró.
Daiana Keilla
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
mossoró
Museu Municipal Jornalista Lauro da Escóssia
Também conhecido como Museu do Cangaço, por abrigar a sede da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), além de todo um acervo relativo aos movimentos do cangaço na região. Criado em 1948 e desde 1992 instalado no Centro Histórico Cultural Manoel Hemetério, prédio da antiga cadeia pública, possui preciosidades da cultura regional, com acervo distribuído em galerias e seções. A seção de arqueologia indígena é a maior do Rio Grande do Norte. Sua importância é reconhecida, nacionalmente, em registro na Universidade Federal de Pernambuco. São também destaques peças de peixes fossilizados.
Também conhecido como Museu do Cangaço, por abrigar a sede da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), além de todo um acervo relativo aos movimentos do cangaço na região. Criado em 1948 e desde 1992 instalado no Centro Histórico Cultural Manoel Hemetério, prédio da antiga cadeia pública, possui preciosidades da cultura regional, com acervo distribuído em galerias e seções. A seção de arqueologia indígena é a maior do Rio Grande do Norte. Sua importância é reconhecida, nacionalmente, em registro na Universidade Federal de Pernambuco. São também destaques peças de peixes fossilizados.
Visitação: De segunda a sábado, das 07:00 às 17:00h. Aos domingos e feriados, das 08:00 às 11:00 h.
Museu do PetróleoNo Museu do Petróleo, além de conhecer mais sobre a Petrobrás, o visitante encontra maquetes, fotos, filmes e equipamentos que mostram a história do petróleo no Rio Grande do Norte. Localizado na Estação das Artes Elizeu Ventania, antiga estação de trens, recuperada pela parceria Prefeitura de Mossoró / Petrobrás.
martins
Museu Arqueológico da Sociedade Martins Sarmento
Património, Tradição e Cultura | Museus
Instalado no claustro gótico do Convento de S. Domingos e em salas anexas, num edifício da autoria do arquitecto Marques da Silva, tem uma das colecções mais importantes do país relacionadas com a cultura castreja, nomeadamente material procedente da Citânia de Briteiros (Caldas das Taipas), explorada no século XIX por Martins Sarmento. Reúne ainda material etnográfico e numismático e faz exposições temporárias de etnografia e arte contemporânea.pontos turísticos de apodi
lajedo de soledade
A região do Lajedo de Soledade, no Rio Grande do Norte, é famosa não só pelas belezas naturais, mas também pela importância histórica. O entorno do município de Apodi guarda uma laje de calcário de aproximadamente um quilômetro quadrado. Lá existe um conjunto de abrigos sob a rocha e dezenas de pinturas rupestres e fósseis, que compõem grande parte da atração turística do local. É lá também onde está situada a maior caverna do Estado, a Caverna do Roncador.
museu do lajedo de soledade
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
A PESSOA HUMANA NÃO É DESCARTÁVEL!!
Pode-se também justificar a Eutanásia como um bem para a pessoa, porém a vida é o bem maior! Não é eliminando a pessoa doente que se combate o sofrimento, ou a doença.
Lembro ao jovem que provavelmente um dia será idoso e necessitado de cuidados, espero que, quando esse dia chegar, não tenha medo que algum jovem lhe desligue as máquinas ou lhe dê uma injecção letal porque a sociedade não precisa mais de você!
Lembro ao jovem que provavelmente um dia será idoso e necessitado de cuidados, espero que, quando esse dia chegar, não tenha medo que algum jovem lhe desligue as máquinas ou lhe dê uma injecção letal porque a sociedade não precisa mais de você!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010
o trajeto do xadrez
Minha participação no xadrez foi um momento de aprendizagem, pois aprendi a jogar, coisa que e achava que era impossível. meu grupo era composto por mim(Daiana), Elker e Arthur.como os grupos foram formados por sorteio, o primeiro nome que saia era o cabeça chave do grupo. No meu grupo eu fui o cabeça chave . Na primeira partida eu joguei contra Elker, e elker venceu dando um xeque-mate, na segunda partida joguei contra Arthur , e Arthur venceu dando xeque. Depois de ter perdido as duas partidas ,eu fui ser a juíza do jogo. Na terceira partida Elker jogou contra Arthur e Arthur novamente venceu . Arthur foi o campeão do grupo.
Eu aprendi muito com o xadrez.é um teste de paciência e mexe com o nosso raciocínio.
Eu aprendi muito com o xadrez.é um teste de paciência e mexe com o nosso raciocínio.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
diga não a eutanásia
Todos os homens podem, e devem, em qualquer circunstância, considerar que a vida é bela e viver de acordo com isso. Ninguém tem motivos para a considerar desprovida de nobreza e grandiosidade. A dor e as contrariedades sempre fizeram parte da vida dos homens, e nem por isso eles deixaram de a amar.
Mas acontece que nesta vida se sofre realmente, e que - ao contrário do que antigamente sucedia - aqueles que sofrem são agora muitas vezes abandonados pelos outros, e têm de viver sozinhos com a sua dor. À qual se acrescenta, então, a dor enorme da solidão.
Sempre houve doentes e anciãos, mas antigamente eram considerados um tesouro. Agora não passam de um estorvo... E é só por isso que hoje se fala em eutanásia, quando no passado havia apenas o suicídio: o suicídio é uma decisão pessoal; a eutanásia acabará por ser uma imposição da sociedade.
Há em muitas cabeças uma noção da vida que é chocantemente pobre, desagradavelmente rasteira, tristemente vazia. Consiste em olhar para a vida de uma forma utilitária, com base numa concepção egoísta e em critérios apenas económicos: se uma vida não é útil - se não é produtiva, se não proporciona todo o prazer - então não tem razão de ser. Pode eliminar-se, como se elimina um automóvel velho ou sem conserto, um par de sapatos rotos, uma camisola demasiadas vezes remendada.
E nem sequer é nas pessoas muito doentes, ou nos idosos que estão perto da morte, que essa mentalidade é frequente. Não. É nos outros, nos que estão convencidos de que ainda vão ficar aqui muito tempo e se acham no direito de construir uma sociedade com regras que lhes parecem mais perfeitas do que as da natureza, livres de quaisquer critérios e valores que não sejam os económicos e os do bem estar.
A grande questão da eutanásia não consiste em se cada pessoa pode, ou não, ter a liberdade de escolher o seu destino. E também não reside em se uma pessoa pode pedir a outra que a mate.
É ainda pior do que isso: a questão está em que o triunfo desta visão utilitária da vida levaria – como, de resto, já está a suceder na Holanda - à eliminação de pessoas que, não querendo elas mesmas acabar com a vida, são consideradas inúteis por uma sociedade que se tornou materialista (a decisão é transferida para os médicos e para os familiares, e para os parlamentos, que muitas vezes estão ansiosos por se verem livres de um fardo).
Assim é que desaparece realmente a liberdade de escolher o próprio destino, e as pessoas se tornam em objetos à mercê dos interesses economicos e dos falsos critérios de utilidade social.
É muito fácil aproveitar-se da extrema debilidade - física e emocional - de um doente terminal. Até para o convencer das presumíveis vantagens de uma "morte doce". Muito mais fácil do que proporcionar-lhe todo o apoio e carinho de que necessita para levar a vida até ao fim - sem desistir - e morrer com verdadeira dignidade.
A dor é também uma falsa questão. A medicina sabe tirar a dor, e o resto... aguenta-se. O pior é a solidão e o abandono. Isso é que é difícil de suportar. E tem uma solução bem simples... Bastaria que todos os que estão à volta do doente olhassem para aquela vida - para a vida - sem egoísmo.
Mas acontece que nesta vida se sofre realmente, e que - ao contrário do que antigamente sucedia - aqueles que sofrem são agora muitas vezes abandonados pelos outros, e têm de viver sozinhos com a sua dor. À qual se acrescenta, então, a dor enorme da solidão.
Sempre houve doentes e anciãos, mas antigamente eram considerados um tesouro. Agora não passam de um estorvo... E é só por isso que hoje se fala em eutanásia, quando no passado havia apenas o suicídio: o suicídio é uma decisão pessoal; a eutanásia acabará por ser uma imposição da sociedade.
Há em muitas cabeças uma noção da vida que é chocantemente pobre, desagradavelmente rasteira, tristemente vazia. Consiste em olhar para a vida de uma forma utilitária, com base numa concepção egoísta e em critérios apenas económicos: se uma vida não é útil - se não é produtiva, se não proporciona todo o prazer - então não tem razão de ser. Pode eliminar-se, como se elimina um automóvel velho ou sem conserto, um par de sapatos rotos, uma camisola demasiadas vezes remendada.
E nem sequer é nas pessoas muito doentes, ou nos idosos que estão perto da morte, que essa mentalidade é frequente. Não. É nos outros, nos que estão convencidos de que ainda vão ficar aqui muito tempo e se acham no direito de construir uma sociedade com regras que lhes parecem mais perfeitas do que as da natureza, livres de quaisquer critérios e valores que não sejam os económicos e os do bem estar.
A grande questão da eutanásia não consiste em se cada pessoa pode, ou não, ter a liberdade de escolher o seu destino. E também não reside em se uma pessoa pode pedir a outra que a mate.
É ainda pior do que isso: a questão está em que o triunfo desta visão utilitária da vida levaria – como, de resto, já está a suceder na Holanda - à eliminação de pessoas que, não querendo elas mesmas acabar com a vida, são consideradas inúteis por uma sociedade que se tornou materialista (a decisão é transferida para os médicos e para os familiares, e para os parlamentos, que muitas vezes estão ansiosos por se verem livres de um fardo).
Assim é que desaparece realmente a liberdade de escolher o próprio destino, e as pessoas se tornam em objetos à mercê dos interesses economicos e dos falsos critérios de utilidade social.
É muito fácil aproveitar-se da extrema debilidade - física e emocional - de um doente terminal. Até para o convencer das presumíveis vantagens de uma "morte doce". Muito mais fácil do que proporcionar-lhe todo o apoio e carinho de que necessita para levar a vida até ao fim - sem desistir - e morrer com verdadeira dignidade.
A dor é também uma falsa questão. A medicina sabe tirar a dor, e o resto... aguenta-se. O pior é a solidão e o abandono. Isso é que é difícil de suportar. E tem uma solução bem simples... Bastaria que todos os que estão à volta do doente olhassem para aquela vida - para a vida - sem egoísmo.
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